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Destaques:

Rendas sobem 3,4% em 2013

Publicado a 21 de Novembro de 2012 . Na categoria: noticias .

As rendas vão subir 3,4% em 2013, de acordo com os dados do INE, aumento que deverá afectar cerca de 700 mil famílias.

O valor que determina a actualização das rendas - a variação do índice de preços no consumidor, sem habitação, relativo aos últimos 12 meses - subiu 3,36%. Assim, uma renda de 500 euros, por exemplo, vai subir 16,80 euros, para 517 euros (aplica-se a unidade monetária imediatamente acima).

Os aumentos aplicam-se a dois tipos de contratos de arrendamento: aos mais recentes, posteriores a Outubro de 1990, que abrangem mais de 500 mil contratos, e às rendas antigas que não tenham sido actualizadas no âmbito do Novo regime de Arrendamento Urbano (NRAU), que chegam aos 255 mil contratos.

Segundo a lei, a primeira actualização pode ser exigida um ano após o início da vigência do contrato e as seguintes, sucessivamente, um ano após a actualização anterior. O senhorio comunica, por escrito e com a antecedência mínima de 30 dias, a actualização. 
As rendas anteriores a 1967 terão um aumento extraordinário e superior.

Paula Cravina de Sousa - economico.sapo
12/09/12

As taxas de juro implícitas dos contratos de crédito à habitação mantiveram em Setembro a tendência de descida. A taxa de juro e a prestação média vencida nos contratos de crédito à habitação continuaram a diminuir em Setembro, fixando-se nos 1,938% e nos 274 euros, respectivamente, divulgou hoje o INE. Face a agosto, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação recuou 0,092 pontos percentuais (p.p.), enquanto a prestação média vencida diminuiu 3 euros. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita foi 3,698%, menos 0,058 p.p. do que no mês anterior. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de juro "tem vindo a aproximar-se da taxa mais baixa da série", observada em Junho de 2010 (1,810%), sendo que a diminuição acumulada desde Dezembro de 2011, mês da última inflexão da série, é de 0,776 p.p.. Nos contratos para aquisição de habitação, a taxa de juro implícita em Setembro diminuiu 0,092 p.p. face a agosto, situando-se em 1,949%. O INE nota, contudo, que esta taxa é ainda superior em 0,123 p.p. à taxa mínima da série, de Junho de 2010. Já a taxa de juro implícita de 3,698% para os contratos celebrados nos últimos três meses situou-se ainda 1,700 p.p. acima da taxa mínima da série observada em maio de 2010. Neste tipo de contratos, a taxa de juro implícita para o destino de financiamento aquisição de habitação diminuiu 0,050 p.p. em relação ao mês anterior, fixando-se em 3,663% em Setembro, 1,657 p.p. acima da taxa mínima da série registada em maio de 2010. Quanto ao valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor, fixou-se, em Setembro, nos 274 euros, diminuindo três euros relativamente a agosto. Para os contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação foi de 354 euros, mais nove euros do que em agosto. Os contratos com destino aquisição de habitação viram o valor médio da prestação vencida recuar três euros em Setembro, para 283 euros, sendo que, para este destino de financiamento, os contratos celebrados nos últimos três meses registaram uma prestação média vencida de 374 euros (mais seis euros que em agosto). Globalmente, o valor do capital médio em dívida era, em Setembro, de 59.095 euros, enquanto para os contratos com destino de financiamento aquisição de habitação era de 62.100 euros (59.177 euros e 62.182 euros, em agosto, pela mesma ordem). Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio do capital em dívida com destino de financiamento aquisição de habitação foi 79.833 euros (79.931 euros em agosto).

Económico com Lusa
economico.sapo - 24/10/12

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